A Terrível Pandemia 

A maneira de ajudar depende de nós e de nossos limites, mas não podemos deixar de ser solidários e dar apoio aos que precisam, para suportar essa guerra tão trágica contra a qual o único remédio disponível é o isolamento social.  

É hora de praticarmos o altruísmo, de nos dedicarmos aos conhecidos e desconhecidos, ajudar e aceitar ajuda. Sem dar e receber apoio, a superação de quarentenas, isolamento social, emagrecimento do orçamento familiar e todos os problemas que a guerra contra o coronavírus nos impõe ficará cada dia mais distante.

O isolamento social - até ontem impensável - protege sim nossa saúde e a de nossas famílias, mas cobra um preço bastante alto: restrições de ir e vir, trabalhar, estudar, fazer compras e tantas outras atividades habituais.As crianças tem sido as mais afetadas por essa mudança brusca pela ausência de seus amiguinhos, passeios e escola, além do tédio de passar o dia todo dentro de casa.

Não é fácil explicar para uma criança tudo o que está acontecendo e ajudá-la a aceitar todas as restrições impostas. Quando a quarentena começou era tudo novidade, mas a repetição dos dias em casa causam stress e traumas inesperados.

A maneira mais eficaz de proteger a saúde emocional de nossas crianças é conversando bastante - on-line, claro - explicando com calma tudo o que está acontecendo e, eventualmente, mandando entregar chocolates ou presentes em suas casas. Ensinar e aprender a fazer à distância tudo o que costumávamos fazer não será bom apenas para eles, mas nos ajudará bastante a suportar a separação.

Temos que nos apoiar para enfrentar essa fase nova e complicada, reforçar nossa resiliência e inventar um ambiente  que nos ajude a diminuir o sofrimento que essa pandemia está trazendo.

O computador está cumprindo uma função cada dia mais importante, ajudando  a manter contato com os amigos e arejando um pouco a cabeça.

Também podemos aproveitar a proximidade dos que vivem conosco para aprofundar e melhorar nosso entrosamento, nos ajudarmos reciprocamente e assim, proteger nosso equilíbrio físico e emocional. Conversar mais, cozinhar e fazer refeições em conjunto pode parece pouco mas fazem muita diferença perto da vida corrida e isolada que sempre tivemos. Também podemos ajudar uns aos outros a treinar os novos hábitos de distanciamento físico que farão parte de nossas vidas por um bom tempo.

Usar máscaras, luvas, manter distanciamento físico e tomar cuidado nas compras e em casa são as únicas formas que temos de nos afastar de todo o sofrimento que vemos nos noticiários todos os dias.

Foto de Burst
Foto de Cotombro

Muitas pessoas precisam se adaptar a essa triste realidade com sérias dificuldades financeiras, o que nos leva a procurar uma forma de ajudá-las com contribuições em produtos de higiene e limpeza, cestas básicas ou dinheiro. Para tanto, temos apenas que procurar entidades sérias e bem recomendadas. Sempre podemos ajudar um pouco, dentro de nossas possibilidades.

Para os brasileiros parece quase impossível encontrar um amigo sem trocar um beijo ou abraço, mas parece que vai ser assim por um bom tempo. Para nós, brasileiras e brasileiros com mais de 60 anos, é hora de renovar o velho e querido conceito de paz e amor mas, desta vez, com generosidade, sem beijos e abraços.

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